Political-economic, social and environmental aspects of sugar cane biomass use for the electrical energy generation

A. Areias

Resumo


Energy produced through biomass, when produced in an efficient and sustainable way, generates a series of environmental, economic and social benefits when compared to the use of fossil fuels. Benefits such as better land management, job creation, efficient use of agricultural areas, provision of modern energy vectors to rural communities, reduction of CO2 emissions, waste control and nutrient recycling can be highlighted. This paper discusses the contributions of energy co-generation, from biomass, to the supplementation of electric energy, reduction of environmental impacts and generation of employment. The aim was to understand the impact of public policies to increase the efficiency of the sugar-energy sector and if there was an increase in employment and manpower in the field, as well as reduction of environmental impacts by reducing the consumption of other less renewable sources of energy within the State from São Paulo. In order to carry out this study, it was necessary to analyze the social, economic and agronomic indicators and the energy plans that aim at the development of the sector, such as the National Energy Plan and the Paulista Energy Plan.


Palavras-chave


Renewable energies; Biomass; Sugar cane; Public policy; São Paulo.

Texto completo:

PDF

Referências


ANEEL. Agência Nacional de Energia Elétrica. Biomassa. Atlas de Energia Elétrica do Brasil. 3ed, 2013. Disponível em: http://biomassaworld.com.br/wp-content/uploads/2016/04/atlas.pdf. Acessado em: 11 de janeiro de 2018.

EPE. Empresa de Pesquisa Energética. Plano Decenal de Expansão de Energia 2024. Brasília, 2015. Disponível em: http://www.epe.gov.br/PDEE/Relat%C3%B3rio%20Final%20do%20PDE%202024.pdf. Acessado em: 16 de novembro de 2018.

IRENA. International Renewable Energy Agency. 2018. Disponível em: https://www.irena.org/. Acessado em: 14 de setembro de 2018.

MME. Ministério de Minas e Energia. 2018. Biomassa é a segunda maior fonte de energia em 2016. Disponível em: http://www.mme.gov.br/web/guest/pagina-inicial/outras-noticas/-/asset_publisher/32hLrOzMKwWb/content/biomassa-e-a-segunda-maior-fonte-de-energia-em-2016. Acessado em: 15 de outubro de 2018.

SEESP. Secretaria de Energia do Estado de São Paulo. Plano Paulista de Energia / São Paulo (Estado). Secretaria de Energia, São Paulo, 2012. Disponível em: http://www.energia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Plano-Paulista-de-Energia.pdf. Acessado em: 15 de dezembro de 2018.

SOUSA, E. L. de. Bioeletricidade sucroenergética é discutida na câmera federal. União da Indústria de Cana-de-açúcar – UNICA, 2016. Disponível em: http://www.unica.com.br/noticia/7051973920344564516/bioeletricidade-sucroenergetica-e-discutida-na-camara-federal/. Acessado em: 10 de dezembro de 2018.

SOUZA, Z. J. de. Bioeletricidade: Gerando energia e empregos no setor sucroenergético. Revista Canavieiros, 125, 2016.

_________. Sucroenergético: cana, açúcar, etanol e bioeletricidade. Revista Opiniões, 49, 2016.




DOI: http://dx.doi.org/10.36560/1332020826

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Apoio:
Endereço: 
Universidade Federal de Rondonópolis
Avenida dos Estudantes, 5055 - Cidade Universitária
Rondonópolis - MT, 78735-901